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Behind the door #2 - Hopono, Brussels

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Behind the door #2 - Hopono, Brussels

Há algumas semanas, o Sébastien abriu-nos gentilmente as portas da sua concept store. Uma loja onde vais encontrar tudo o que procuras!

Olá Sébastien, podes contar-nos um pouco mais sobre ti?

Sou o Sébastien, responsável da Hopono, uma concept store familiar que fundámos há 11 anos com o meu irmão Jean-Philippe e a minha mulher Julie.

Sempre trabalhaste no retalho?

Nada disso, estávamos os 3 noutros negócios.

Eu trabalhava em comércio internacional, viajava muito, depois tive filhos e tive vontade de fazer outra coisa. E é verdade que, com a crise de 2008, as atividades em que estávamos tiveram problemas e surgiu a pergunta: o que queremos fazer? Onde queremos viver? Foi aí que decidimos instalar-nos em Bruxelas e abrir a nossa concept store.

Porque decidiste abrir uma concept store?

Queríamos propor produtos de design e de qualidade, e pensávamos muito na geração dos nossos pais. De certa forma, é também isso que nos liga à Nooz.

Os nossos pais tiveram boas carreiras, têm meios, mas não encontravam facilmente produtos de design, de qualidade e acessíveis.

Foi assim que nos surgiu a ideia: propor produtos de design, bonitos e de qualidade. E aos poucos, por estarmos num bairro tão na moda como o Châtelain, em Bruxelas, a nossa oferta evoluiu e temos cada vez mais artigos de moda.

Para ti, qual é o toque especial da Hopono?

Acho que é o lado familiar. É verdade que as concept stores podem muitas vezes ser um pouco impressionantes, intimidantes, impessoais, e nós queríamos oferecer outra coisa, algo familiar.

Por exemplo, às vezes, quando estou em frente à loja, vejo crianças a puxar os pais para entrarem. É disso que gostamos.

Connosco encontram-se produtos a 1 € e outros mais caros. Mas, no fim, o mais importante é conseguirmos agradar a toda a gente.

Estamos neste momento na tua loja em Bruxelas, mas também estão presentes online, certo?

Sim, desde o início. Mas é verdade que, desde a COVID, tudo acelerou.

No início, 90% da nossa faturação vinha do mercado francês, devido a um posicionamento online atípico. Mas hoje apostamos a sério no mercado belga, e em Bruxelas até fazemos entregas de bicicleta.

Por falar na COVID, isso afetou muito o dia a dia da Hopono?

A nossa sorte é a diversidade dos produtos que vendemos. Pode ir das sapatilhas às joias, ou das plantas aos óculos, por exemplo. Por isso sim, os produtos de “presente” foram mais afetados, mas como também vendemos produtos de decoração, saímo-nos bem.

A maior mudança foi já não podermos estar na loja para atender os clientes, por isso ficámos atrás dos computadores. Pudemos aproveitar para trabalhar na nossa loja online. Estávamos muito bem preparados para o segundo confinamento!

Até conseguimos contratar alguém para tratar do site e das redes sociais.

Como disseste há pouco, vendes óculos. Desde quando trabalhas com a Nooz?

Desde o início da Nooz, na altura em que os vossos escritórios eram em Bruxelas. Um dia o Alex e o Olivier vieram cá, e achámos logo o conceito dos Original muito giro, diferente.

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Já vendes Nooz há quase 7 anos. Notas algum tipo de cliente em particular?

É bastante interessante: é verdade que os Original agradavam um pouco mais aos homens, por serem compactos e fáceis de usar. Mas os Essential alargaram o leque e conquistaram uma clientela mais virada para a moda. Hoje é uma marca para toda a gente: homens, mulheres, crianças…

Na tua opinião, o que é que os teus clientes mais gostam na Nooz?

Sem dúvida o conforto e a leveza. É uma marca que surpreende, os óculos não são como os outros, não é comum.

Há algum modelo que se destaque, o teu best-seller?

Sim, claro, os óculos de sol Cruz em Honey!

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